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| Pedro Massano Banda Desenhada | |||||
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Currículo 1972 Começa a publicar, com carácter não profissional,
no suplemento “Quadradinhos” do jornal 1973 Já com carácter profissional, ilustra cartões
para várias séries de diaporamas da Prevenção
de Acidentes de Trabalho. Publica na revista Mobil. Faz publicidade avulsa
para pequenas empresas. 1974 É convidado a colaborar com o jornal República na ilustração de temas do internacional e caricatura política. Colabora com o fanzine Aleph. Ilustra capas de livros e discos para diversas editoras. 1975 É convidado a trabalhar para o jornal A Luta, onde “cumpre” toda a vida do jornal, fazendo uma caricatura diária, ilustração e, na derradeira fase da publicação, uma tira diária de humor “O Abutre”. Assina artigos de estudo e divulgação de banda desenhada. Integra a revista Visão, para a qual produz várias histórias de banda desenhada, realistas e humorísticas, bem como bom número de capas e outras ilustrações. É convidado a produzir um álbum para a emigração, com texto de Maria Alberta Menères, “Uma Aventura no País do João”. Colabora com a revista Cinéfilo com páginas de humor. É convidado a fazer caricatura e humor para o semanário Acção Socialista com que colabora durante cerca de 5 anos. Começa a aceitar grandes encomendas de agências de publicidade, como free-lancer, de ilustração e desenho. É convidado a colaborar com o semanário desportivo AutoSport com caricaturas e banda desenhada. 1975/6 É convidado a colaborar com o jornal Mundo Desportivo para o qual produz, durante cerca de um ano, caricatura e “charges” desportivas. 1977 Colabora com o semanário infantil Fungágá, de Júlio Isidro, com ilustração e banda desenhada. Colabora com o canal 2 da RTP, produzindo peças gráficas de apoio à programação e reportagens de julgamentos, entre outras. Produz as 6 primeiras capas da revista Negócios. 1978 É convidado a participar num concurso, organizado pela Secretaria de Estado do Ambiente, que ganha com a personagem “Minhoca Tropicalda”, recebendo, para além do prémio, a possibilidade de edição, pelo organismo organizador, de um álbum de 24 páginas, que acaba, no entanto por não ser publicado. Ilustra Livros de Curso (caricatura) para vários estabelecimentos de Ensino Superior. É convidado a ingressar nos quadros do jornal Portugal Hoje, produzindo tiras diárias, caricatura e ilustrações de toda a espécie. 1980 Publica no semanário Match Magazine a banda desenhada de ficção científica “Terra II”, entretanto inacabada, por falência da publicação. “O Abutre” é recuperado e publicado em álbum, pela editora Europress. Saem 7 álbuns em formato italiano. 1983 Pagina e ilustra a revista Pesca & Companhia. Colabora com a revista Caça e Tiro. Colabora com o jornal O País com caricatura. Convidado a colaborar com a revista Turbo com antevisões de modelos de automóveis e pinturas de reconstituição de corridas históricas. Ilustra para a editora Polemos a obra de Mayakoswski, para crianças, “O que é bom e o que é mau”. Ingressa na agência de publicidade Comunicar, concessionária da publicidade Renault para Portugal, onde se mantém durante 2 anos. É convidado pelo canal 2 da RTP a ilustrar e comentar com cartoon as notícias do Jornal II durante 3 meses. 1985 Passa para a agência Grafidec Dorland, onde se manterá nos 2 anos seguintes. Publica no magazine dominical do Diário de Notícias a história em banda desenhada “Mataram-no duas vezes”: 64 páginas baseadas na personagem histórica de João Brandão, que produzira entretanto, com Luis Avelar como argumentista. 1987 É editado o álbum “Missão H...Órrível”, uma aventura da Minhoca Tropicalda, a partir dos originais entretanto recuperados. Ilustra o livro de contos de Mário Contumélias “O Pai Natal Aprendiz” para a editora Europress. Para a mesma editora, ilustra com aguarelas uma edição especial da obra “Os Putos” de Altino do Tojal. É editada em álbum a história “Mataram-no duas vezes”, pré publicada no DN Magazine, pela editora Europress. É-lhe atribuído, por esse álbum, o prémio Mosquito do Clube Português de Banda Desenhada. Estabelece-se como free-lancer publicitário – ilustrador e criativo – com atelier próprio. Cria a sua própria empresa, Pedro Massano, Lda., sediada no Bairro Alto, onde passará os 10 anos seguintes, tendo como clientes, entre outros: Comunicar; Grafidec Dorland; Laboratório Dávi; British Council; Aximage; Junta Autónoma de Estradas; Ministério do Exército; BNC; e Prevenção Rodoviária Portuguesa. 1995 Cria a sua própria editora PIM, através da qual edita o livro didáctico-pedagógico de sua autoria “Como Fazer Banda Desenhada”, que tem excelente acolhimento por parte da crítica e do público. Cria o jornal Eco Regional de que é, presentemente, director. 1996 A PIM edita o primeiro título de banda desenhada “Os Passarinhos”, humor, em formato italiano, de sua autoria. Passa a assegurar em cada edição do Eco Regional uma página de crítica e divulgação de banda desenhada, “Quadradinhos à Portuguesa”. Começa a preparar uma série de 3 novos álbuns sobre a conquista de Lisboa em 1147, baseados na “carta para Osberno”. 1997 Fecha a editora e o atelier para se dedicar apenas ao jornal e à colaboração, como free-lancer, com empresas de software. É convidado a colaborar com o Ministério da Administração Interna no website. Cria a personagem Dick Tetiv. Com mais tempo para a banda desenhada, desenha e edita, com o apoio do Montepio Geral o primeiro tomo de “A Conquista de Lisboa”, que é lançado na Câmara Municipal de Lisboa, com a presença do então Presidente Dr. João Soares e tem excelente acolhimento por parte do público e da crítica. É homenageado pelo Festival Internacional da Sobreda com uma exposição dedicada ao conjunto do seu trabalho e o troféu Sobredão. 1998 Escreve e desenha o segundo volume de “A Conquista de Lisboa”. 1999 É convidado a criar, para o jornal Povo do Algarve, uma personagem de humor que caracterize o povo algarvio. Nasce a personagem “Tialgarf”. Convidado pela Universidade de Coimbra a integrar, com uma história de sua autoria, o livro “Uma Revolução Desenhada” como comemoração do 25 de Abril de 74. Começa a trabalhar num roman BD, “O Combóio do Ouro”, passado durante o advento do Estado Novo e tendo como pano de fundo a Guerra Civil de Espanha, cujas primeiras 8 páginas são editadas pela revista “Selecções BD”. É contactado pelo investigador e argumentista francês Patrick Lizé para desenhar “Le Deuil Impossible”, revisitação do mito sebastianista, com projecto previsto para 3 álbuns, para a editora francesa Glénat Editeurs. 2000 É homenageado pelo IPJ da cidade de Braga, com uma exposição de pranchas originais de “A Conquista de Lisboa”, na torre de menagem. É publicado, em França, o primeiro tomo do “Deuil Impossible – Le Chevalier du Christ”. 2001 Assina contrato para o segundo tomo de “Le Deuil Impossible – Le Démon de l’Escurial”. Trabalha no terceiro tomo de “A Conquista de Lisboa”. Trabalha no roman BD “O Combóio do Ouro”. É homenageado pelo “Moura BD 2001”, Festival Internacional de Banda Desenhada de Moura, pelo conjunto do seu trabalho. Recebe o troféu Balanito de Honra. Participa em acções de formação na Bedeteca de Lisboa/IPLB. 2002 Edita, pela editora BookTree, em Dezembro, o segundo tomo de “A
Conquista de Lisboa 2002/3 Participa em acções de formação organizadas pela Bedeteca de Lisboa e pelo IPLB. 2004 Trabalha no 3.º tomo de “A Conquista de Lisboa”
e inicia um novo projecto com texto de 2005 Colabora com o grupo de teatro independente A Barraca na preparação da peça, de Hélder Costa “O Mistério da Camioneta Fantasma”. 2006 É contratado pela Fundação Batalha de Aljubarrota para fazer um álbum de 64 páginas sobre o assunto. Publica no jornal Mundo Universitário uma página de BD “O Kapa Negra”. Faz a capa do fanzine Jazzbanda n.º 2 editado por Geraldes Lino. 2007 Convidado pela SPA para participar numa exposição
pluridisciplinar “Exposição Colectiva de Artes Visuais”
no âmbito da reunião do Comité Internacional de Criadores
de Artes Gráficas. Produz uma página de BD sobre o Prince
Valliant para o fanzine Efeméride de Geraldes Lino sob o título
“Prince Valliant no séc. XXI”. Concebe e faz a capa
para o livro de José de Matos-Cruz “ O Infante Portugal –
E as tramóias capitais”. Convidado pela revista Visão
a fazer uma página de BD sobre “Tintin/o centenário
de Hergé” publicada no n.º 741, de 17 de Maio. |
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